Nós até aceitamos os casamentos entre homossexuais, desde que sejam entre um homem e uma mulher.

sexta-feira, março 11, 2005

O blog feito pelos seus leitores

O incansável Manuel Cambra foi, indubitavelmente, um marco na história do rico grupo parlamentar Democrata-Cristão. Trata-se, estou mesmo convicto, de uma personalidade de carisma inigualável. O seu esforço em prol da democracia é o espelho dos grandes anseios da nossa sociedade: o corporativismo a retornar. Seria tão bom que a classe dos artesãos voltasse a estar representada. Os partidários do corporativismo agradecem. Manuel Cambra, qual picador, abriu caminho à representação de outras classes profissionais: os eternos estudante (representados - após a saída brutal de António José Seguro, que concluiu o seu curso - por João Almeida, que representa, ainda o sector mais juvenil da nossa sociedade, que se debate com problemas realmente sérios como Acne juvenil e filas intermináveis no Garage) e os bobos da corte (Nuno Fernandes Thomaz parece-me ser o líder juris et de jure desta corporação!).
Por tudo isto, já só me resta mesmo dizer: OBRIGADO MANUEL, por tudo...

segunda-feira, março 07, 2005

Carta aberta

Exmo Sr. Líder Parlamentar do CDS PP

Tive hoje uma agradável surpresa.
Saiba o distinto senhor que ao abrir a caixa do correio, me deparei com a fotografia que infra reproduzo. Por incompreensível engano, ter-me-á chegado à caixa postal uma encomenda sua que teria, sem dúvida, outro destinatário.
Não trazendo remetente, daqui lhe rogo que me disponibilize a sua morada (ou qualquer uma) para que possa desfazer o equívoco, sob pena de que tão fotogénico indíviduo acabe pendurado num depósito da CML.
Respeitosamente e com os melhores cumprimentos

Ai o Artista

terça-feira, março 01, 2005

A DERROTA DA DEMOCRACIA

Portugal é hoje um país politicamente mais pobre!

Esta é a análise objectiva incontornável dos resultados eleitorais do passado dia 20.


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Manuel Cambra o carismático deputado-decorador do CDS vai abandonar o hemiciclo nesta legislatura.


Gostaria de pedir, aos nossos fiéis leitores, que respeitem um minuto de silêncio em apreço pelo esforço singular deste Homem em levantar bem alto os pergaminhos da democracia portuguesa ao longo destes 4 anos.


Obrigado Manuel